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2016-10-07 15:42:17

Por que investidores também precisam de seguro de vida

Saiba como o investidor pode usar o seguro de vida no seu planejamento financeiro

O seguro de vida não é importante apenas para quem tem filhos ou não tem reservas financeiras. Mesmo o investidor que já tem uma reserva de emergência e está investindo para fazer seu patrimônio crescer não deve abrir mão deste produto.

O seguro funciona como uma proteção para o período de acumulação financeira. A formação de patrimônio normalmente é lenta e ocorre ao longo de toda a vida, para que ele seja usufruído na aposentadoria e, eventualmente, deixado para os filhos.

Mas até o investidor conseguir acumular uma boa soma, o patrimônio pode se revelar insuficiente para o sustento e a educação dos filhos em caso de uma morte prematura ou para o próprio sustento do investidor em caso de invalidez.

Nesses casos, o seguro de vida é que vai garantir o sustento do investidor e/ou da sua família, reforçando as reservas acumuladas até então. Basta que o capital segurado seja suficiente.

Investidores jovens também precisam de seguro de vida

Seguro de vida não é só para os mais velhos. Os mais jovens devem ficar especialmente atentos a este produto, pois em geral são eles que ainda têm reservas pequenas e insuficientes, por mais disciplinados e econômicos que sejam.

Jovens também podem ser mais afeitos à tomada de risco nos investimentos a fim de aproveitar o longo prazo que têm pela frente para fazer o patrimônio crescer o máximo possível.

Em função disso, é possível que mantenham boa parte das reservas em renda variável ou aplicações de baixa liquidez, que não possam ser resgatadas a qualquer momento.

Um revés poderia obrigar a família a resgatar aplicações de renda variável em um momento de baixa do mercado, amargando grandes perdas. Fora os investimentos de baixa liquidez que não poderiam ser acessados imediatamente.

Mesmo tendo renda e patrimônio menores, o jovem investidor não deve deixar de fazer um seguro de vida. Quanto mais jovem for o segurado, menor será o valor do prêmio, então o custo do seguro pode facilmente caber no bolso.

Como usar o seguro de vida no planejamento financeiro

Vamos usar dois personagens fictícios, Paulo e Ana, para exemplificar como o seguro de vida pode ser usado no planejamento financeiro de um investidor.

Paulo tem 43 anos, é casado e tem dois filhos, um de 10 e outro de oito anos de idade. Ele tem uma reserva de emergência suficiente para sustentar sua família por oito meses caso ele ou a esposa perca o emprego, além de uma reserva para a aposentadoria.

A ideia é que ele possa usufruir dessa reserva quando se aposentar aos 65 anos e que, até lá, seus filhos já sejam plenamente capazes de se sustentar com o fruto do próprio trabalho.

Mas hoje, ainda em formação, sua previdência seria insuficiente para sustentar todo mundo caso Paulo perdesse sua capacidade de gerar renda por causa de uma invalidez permanente. Mesmo se somada à reserva de emergência e à renda da esposa.

Se Paulo falecesse hoje, suas reservas também não bastariam para garantir o sustento e a educação de seus filhos até a faculdade, ao menos não no nível que ele e a esposa desejam e sem bastante aperto no cinto.

Um seguro de vida deixaria Paulo tranquilo. Sua reserva de emergência continuaria tendo apenas o objetivo de garantir emergências temporárias, sua previdência seria construída de olho no futuro e ele saberia que, caso algo lhe aconteça, sua família está segura.

Agora vamos analisar a situação de Ana, uma investidora solteira de 30 anos de idade. Ana mora sozinha e começou a investir recentemente, depois de entrar em um período de maior estabilidade profissional e financeira.

Ana conseguiu formar uma reserva equivalente a seis meses do que precisa para viver e já começou a investir para a aposentadoria. Mas sua previdência ainda é bem pequenininha.

Como Ana não tem filhos, pelo menos por enquanto, ela não precisa se preocupar em garantir o futuro de alguém caso venha a falecer.

Porém, ela tem um dependente: ela mesma. Afinal, ela depende unicamente de seu próprio trabalho para sobreviver, pois não tem investimentos que gerem renda nem um companheiro para dividir as despesas da casa.

O que aconteceria se Ana ficasse inválida? Suas pequenas reservas certamente acabariam em pouco tempo. Será que a Previdência Social seria suficiente para sustentá-la com conforto, tendo em vista que ela provavelmente teria despesas médicas elevadas?

Esta é outra situação em que o seguro de vida pode ser fundamental. Mesmo para uma pessoa solteira, sem filhos e com reservas financeiras, o seguro pode ser determinante para protegê-la em um momento de invalidez.

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Julia Wiltgen

Jornalista responsável pelos artigos da Genial Seguros até 24/11/2017.

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